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ALTAS SEREIAS DE SETEMBRO |
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Alberto da Cunha Melo
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Setembro
vem depois dos ventos, depois
dos tristes noticiários de agosto. Na
minha terra os pobres saúdam o
início das colheitas de cana, a
estação pública dos banhos de sol e
abraçam as espumas: brancas
recepcionistas do Atlântico. Setembro,
na minha terra, é
o mês do mar, o aniversário da esperança.
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Arte e editoração de Cláudia Cordeiro Reis © Foto de Olga Golveia do site 1000 Imagens
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Plataforma para a Poesia Sítio Virtual Pernambucano da Poesia Contemporânea em Língua Portuguesa www.plataformaparaapoesia.nom.br
Leia Poesia! Tudo vale a pena se a poesia nos envenena!
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