|

Círculo Cósmico.
Recife: Editora Universitária da UFPE, 1966
Poesia
para Sempre
Fragmentos da crítica
ONTEM
"Em
ALBERTO DA CUNHA MELO: há uma dor no poema, há uma carta, uma comunicação
para os outros, quaisquer outros; nele a poesia existe como um 'para
sempre'."
JOAQUIM CARDOZO
(in Agenda poética do Recife, 1968,p. 14)
HOJE
"O Nordeste nos dá, mais uma vez, depois do paraibano Augusto dos
Anjos [...], do alagoano Jorge Lima e dos pernambucanos Carlos Pena
Filho e João Cabral, a sua lição de dor que se faz beleza e arranca
de si forças para construir uma poesia como a de Alberto da Cunha Melo,
cujo nome secreto é — resistência."
ALFREDO BOSI
(in Yacala, prefácio, EDUFRN, 1999)
"Com ele, trinta anos após esculpir em pungentes 600 versos sua
originalíssima Oração pelo poema, e, como se não bastasse,
estendendo-o e ecoando-o nas 125 magistrais variações sinfônicas que
tecem a insuperável obra-prima aqui chamada de Lamentação sob os
lajedos, entre duas sinfonias e uma oração, Alberto da Cunha Melo não
só confirma sua reconhecida estatura de poeta maior em nosso idioma,
mas inscreve-se definitivamente entre os grandes, os maiores vates de
nosso tempo em qualquer língua que eu conheça."
BRUNO TOLENTINO
(In Dois caminhos e uma oração, posfácio, A Girafa Editora,
2003)
SEMPRE
"Ora, evidentemente, para aqueles que privilegiam as matrizes
experimentais da arte poética, aqueles que trilham as veredas do
significante, as exigências de ruptura, o critério da novidade, e o
fazem como saída única para a poesia, Alberto da Cunha Melo é um
grande pecador. Creio, não obstante, que a alta poesia nasce da
aventura expressiva dos grandes pecadores. Não os que destroem as heranças
literárias, mas os que sabem reinventá-las dentro da abertura natural
dos sistemas estéticos. Por exemplo: Dante, Villon, Baudelaire, Rimbaud,
Mallarmé, Blake, Holderlin, Rilke, Eliot, Pessoa, Borges. A poesia de
Alberto – e O cão de olhos amarelos & outros poemas inéditos –
não se quer simplesmente poesia de invenção enquanto pesquisa lingüística
que se esgota nos costados da linguagem, isto é, como esteticismo autotélico,
grafismo autofágico, minimalismo estéril. Sem descurar de uma consciência
metalingüística, de uma atitude crítica e metódica diante dos vocábulos
e dos recursos retóricos, se impõe sobretudo como uma poesia de
significação, onde as incidências afetuais e a dança das idéias
pelo intelecto apontam para o mundo e para a vida. Sem deixar-se seduzir
pelos modismos artísticos, sua poesia é autêntica. É, como já
disse, dotada de verdade e de beleza. E, sendo assim, gostaria de
parafrasear Johannes Pfeiffer, em Introdução à poesia: devido à sua
verdade, esta poesia é necessária; devido à sua beleza, é
beatificante!
HILDEBERTO BARBOSA FILHO - 2005
no posfácio de
O Cão de
Olhos Amarelos
&
outros poemas inéditos
prefácio de Deonísio da Silva
orelhas
de Alfredo Bosi
em breve
pela A Girafa Editora
Visite a home page de Alberto da Cunha Melo
Clique no endereço abaixo
www.plataforma.paraapoesia.nom.br/albertodacunhamelo.htm
Acesse
a revista Germina. Literatura e Arte e leia a seleção de poemas
inéditos feita por Silvana Guimarães. Clique no endereço abaixo.
http://www.germinaliteratura.com.br/naberlinda_acm_dez5.htm
Caso
não visualize imagem e som neste e-mail, clique aqui!
Toda
a correspondência via e-mail ou pelos correios será impressa e editada
na home do poeta nos seus 40 anos de poesia
Arte e editoração de Cláudia Cordeiro Reis
Plataforma
para a Poesia
Sítio
Virtual Pernambucano da Poesia
Contemporânea
em Língua Portuguesa
www.plataforma.paraapoesia.nom.br
Visite
nossa livraria virtual. Clique no livro:

Caso não queira voltar a receber e-mails
como este, envie-nos novo e-mail colocando em "assunto" a
palavra "retirar". O Plataforma agradece.
|
|