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Entrevistadores: Alberto da Cunha Melo, Anderson Braga Horta, Betty Milan, Cláudia Cordeiro, Ermelinda Ferreira, Frei Betto, Gilberto Mendonça Teles, Isabel de Andrade Moliterno, Ivo Barroso, José Nêumanne, Marco Polo Guimarães, Ricardo Vieira Lima, Rinaldo de Fernandes, Urariano Mota |
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Deonísio da Silva é catarinense de Siderópolis, onde nasceu em 1948. Acompanhando sua família, que deixou Santa Catarina depois de uma tragédia familiar — dois de seus irmãos morreram afogados num mesmo dia — veio para o Paraná e de lá para o Rio Grande do Sul, onde se formou em Letras pela Universidade de Ijuí e obteve o mestrado em Literatura Brasileira pela UFRGS, em Porto Alegre. Em 1981, transferiu-se para São Paulo, para estudar na USP, onde obteve o título de Doutor em Letras com uma tese sobre os livros proibidos no período pós-64. |
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Deonísio prepara o seu trigésimo livro-solo Goethe e Barrabás, que deverá ser publicado pela A Girafa Editora no próximo ano. Suas edições mais recentes são d'A Girafa Editora: A vida íntima das frases (2004), De onde vêm as Palavras (14ª ed, 2005); Avante, Soldados: Para Trás (9ª ed, 2005). Várias de suas obras estão traduzidas para o alemão, sueco, italiano, inglês e francês, com edições dos respectivos países e também em Portugal. |
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Já recebeu alguns importantes prêmios: seu livro de estréia, Exposição de Motivos, foi premiado pelo MEC e transposto para o teatro e para a televisão, com direção de Antunes Filho. Também Teresa foi transposto para o teatro, sob a direção de José Nélson de Freitas. Mas, depois do Casa de las Américas por Avante, Soldados: Para Trás, que contou com o nobel José Saramago na comissão julgadora, nunca mais se inscreveu em concursos. |
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Tem colunas semanais: na revista Caras, uma coluna de etimologia, há 600 semanas; no Jornal do Brasil e nos portais www.eptv.com.br e www.observatoriodaimprensa.com.br . |
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Dirigiu o curso de Letras, a biblioteca e a Editora Universitária da Universidade de São Carlos desde a sua fundação (1993-2000) e, mais recentemente, criou e dirige o Instituto da Palavra, da Universidade Estácio de Sá no Rio de Janeiro. |
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(edições nacionais) |
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Contos |
Infanto-juvenis |
Ensaios |
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Obras Disponíveis na Web |
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Clique nas capas! |
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Várias dessas obras estão
traduzidas para o alemão, sueco, italiano, inglês e francês, com edições
dos respectivos países e também em Portugal. Acesse trechos: Em
inglês: |
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(Notas do autor, com exclusividade para as Trilhas Literárias) |
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Prêmio Brasília de Literatura, concedido pelo MEC, por Exposição de Motivos (primeira ediçao foi da Artenova, Rio, 1976), melhor livro publicado no Brasil em 1976, prêmio conferido em 1977; |
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Prêmio Virgílio Várzea de Literatura, concedido pelo governo do estado de SC, Fundação Catarinense de Literatura; por contos que depois integraram o livro Livrai-me das Tentações (Nova Fronteira, 1984); concedido em 1979; |
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Prêmio Status de Literatura pelo conto Bandidos, em 1980, que depois integrou "Livrai-me das Tentações"e hoje está em diversas antologias; |
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Prêmio de melhor roteiro no Festival de Cinema de Brasília por República Guarani, longametragem de Sylvio Back; sobre as mesmas pesquisas, inconformado com o filme, mesmo premiado, escrevi o romance A Cidade dos Padres; |
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Prêmio da Funarte por "o barroco das cortes católicas na república guarani": suas relações com o poder metropolitano nos séculos XVII e XVIII"; em 1980, em forma de bolsa de estudos para pesquisar o acervo artístico da república guarani: foram entregues 110 slides à Funarte e um texto inédito, jamais publicado, de 200 laudas; |
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Primeiro lugar no X Prêmio Abril de Jornalismo, em 1985, por Nos bastidores da censura: o caso Rubem Fonseca; |
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Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, na categoria "amigo do livro", pelo trabalho feito com autores e livros em São Carlos, na Universidade Federal, no curso de Letras, na Biblioteca Central e na Editora da Universidade, da qual fui diretor, desde sua fundação, em 1993, até 2000, em duas gestões de quatro anos". |
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Prêmio da Biblioteca Nacional (na gestão de Eduardo Portella), por Teresa, quando ainda inédito, em produção, em 1996, como incentivo para cobrir as despesas de pesquisa que fiz na Espanha |
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Prêmio Internacional Casa de las Américas, pelo romance 'Avante, Soldados; Para Trás', em Havana, em 1992, em júri presidido por José Saramago; |
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Depois de ganhar esse prêmio em Cuba, jamais me inscrevi a nenhum outro, nem no Brasil nem no exterior. |
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Os críticos cujos textos sobre a obra de Deonísio da Silva estão disponíveis, nas Trilhas, se encontram com o nome em negrito. Para ter acesso, clique no nome do autor. |
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Albert von Brun (Suíça), Antonio Hohlfeldt PUC-RS, Antunes Filho, Betty Milan, Cadão Volpato, Carlos Nejar, Charles Kiefer, Claudio Bagnatti (Itália), Eliana Bueno Ribeiro, Emilio Pinent, Gaston Hilgert, Geraldo Galvão Ferraz, Gilberto Mansur, Giovanni Ricciardi (Itália), Glauco Ortolano (EUA), Heloneida Studart,Fábio Lucas, Flávio Aguiar, Flávio Loureiro Chaves , da UFRGS (longo prefácio para o Avante Soldados Para Trás), Frei Betto; Jefferson Barros; Jeferson del Rios, Jesus Durigan (Unicamp), João Wanderley Geraldi (Unicamp), José Fernandez Retamar (Cuba), José Saramago, Lauro Junkes, Leda Tenório da Motta, Luis Fernando Emediato, Luiz Antonio de Assis Brasil (PUC, de Porto Alegre), Malcolm Silverman (EUA), Maria de Fátima Carvalho do Amaral; Marina Colassanti, Marisa Lajolo, Michele Roberta da Rosa (PUC, Curitiba), Monica de Nigris Eboli,Nélida Piñon, Ray-güde Mertin (Alemanha), Ronaldo Cagiano, Rosana di Nubila (Itália), Salim Miguel,Sylvio Back, Wilson Bueno, Wilson Martins. |
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