EM HEIDELBERG: PENSANDO NA MORTE

 
 

 

 

Penso nPenso no alemão que chamou a Morte  de 

                                              "doce Morte" e disse

                                 "— Vem, doce Morte".

Eu não chamo a Morte de doce

Sei que Ela é amarga

(O amargor das raízes).

O que eu digo à amarga Morte é que venha

                                                 docemente.

 

 

 
 

Gilberto Freyre, pernambucano do Recife. 

 
 

(In Voz Poética, CD organizado por Paulo Bruscky. Recife: CEPE-UFPE, 1997. 

Foto do site Bibilioteca Virtual Gilbert Freyre, da Fundação Gilberto Freyre. Disponível em http://prossiga.bvgf.fgf.org.br/portugues/index.html

 

 

 
Arte e editoração de Cláudia Cordeiro Reis

 

Plataforma para a Poesia

 Sítio Virtual Pernambucano da Poesia

 Contemporânea em Língua Portuguesa

www.plataformaparaapoesia.nom.br

 

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