À Sempre-Viva, em verdade, Não deu perfume o Senhor, Para não ser a vaidade Sempre viva numa flor.
Quando eu morrer, trovadores, Se me tendes, como irmão, Enchei, enchei, como flores, De trovas o meu caixão.
Senhor: tranqüilas e mansas, As últimas tardes minhas, Vendo, no pátio, crianças, Vendo, no azul, andorinhas...
A vida de São Francisco Foi um poema à pobreza: Trocou os bens pelo Bem, Sua única riqueza.
Venho de um mundo distante, Venho de um mundo acabado, Onde deixei, soluçante, O último sonho enterrado.
Fez lembrar-me a voz do grilo, Noite a dentro; aqui, ali, A paz de um mundo tranqüilo, Em que já cri... cri... cri... cri...
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