
Só
agora sabemos, quando
outro
século bate à porta:
tudo
tocado pelo Homem
tem
o cheiro de coisa morta,
e
o som do réquiem, som da nênia
dos
morteiros sobre a Chechênia,
e
dos vagidos africanos
sobre
as favelas tropicais,
som
de escopeta de dois canos,
anunciando-nos,
com susto,
que
ainda impera César Augusto.
divulgando a poesiaTudo vale a pena se a poesia nos envenena!