Fiat

 

 
 

Alberto da Cunha Melo

 

Para Divaldo Pereira Franco

 

 

 
O amor, o amor nunca é demais:
se sobra, é no tempo perdido
que ele brotará do deserto
 

qual semente no Paraíso;

 

 
  pólen no ar, mora no vento
e entre as dobras do pensamento,
feito a maldade, ele não dorme,
 

quando a neblina esfria a noite

  e o temor de Deus nos encobre;
           
  ele tem a força da luz:
  fecha a ferida e seca o pus.  
     
     

Editoração e voz de Cláudia Cordeiro Reis

 

 

 

 

 

 

 

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