Fazenda Nova(Lajedo - PE)Alberto da Cunha MeloPerto dos cem, Antonio Melo,meu avô materno, em seus linhos,tornou-se, em seu sítio, o primeirosegurança de passarinhos;de uma cadeira de balanço,lá na varanda, sem descanso,vigiava um Pau d'Arco e brandiaa bengala contra os garotosque atiravam nas cotovias;já morto, dizem, nas visões,lutava contra os gaviões.(OLinda, 7 de setembro, 2002)De Alberto:"Em minha vida, a poesia é um lugar de refúgio, um abrigo para enlouquecer em paz, se isso for possível. Um refúgio no sentido primitivo que tinha a máfia, entre os camponeses da Sicília, para escapar do Clero, dos nobres e dos esbirros do Estado. Ou seja: a poesia como uma forma de suportar a vida. Mais refúgio que palco, mais defesa que ataque."(em entrevista ao jornal O Galo - Natal - RN - Janeiro/2000)
Sobre Alberto, encontram-se verbetes no Dicionário Biobibliográfico de Poetas Pernambucanos (CEPE, Recife, 1993), na Enciclopédia VERBO das Literaturas de Língua Portuguesa. (ed. Verbo, Lisboa/São Paulo, 1999)
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Arte e Editoração: Cláudia Cordeiro ReisLeia Poesia!
Tudo vale a pena se a poesia nos envenena!