| Schopenhauer |
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| Alberto da Cunha Melo
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| Para cada sonho uma
lápide sóbria como o próprio cortejo, depois disso, treinar seu cão para morder qualquer desejo; rasgada a farda da alegria que, na batalha, o distraía, agora a dor, em tempo célere, pode estender, com dignidade, sua cólera à flor da pele, para sarjar com sua lança tantos tumores da esperança.
Do livro Meditação sob os Lajedos.
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Arte, editoração e voz de Cláudia Cordeiro
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