Coleção Pernambucana /1

 

 

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Alberto da Cunha Melo

Mario Quintana

Benedito Cunha Melo

Coleções pernambucanas

I - Alberto da Cunha Melo, Benedito Cunha Melo, Celina de Holanda, Geraldino Brasil, Mauro Mota

II - Carlos Pena Filho, João Cabral de Melo Neto, Manuel Bandeira, Solando Trindade, Maximiano Campos

 
 
 

 
 
 

 

 
             
   

"...
ou somos renúncia ou cobiça,/atravessando esses planaltos/feitos de cinza movediça;//mas todos estamos em casa,
como os vôos dentro das asas.." ALBERTO DA CUNHA MELO no livro Yacala.
Recife: edição do autor, 1999; Natal: EDUFRN, 2000.

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"Não estou certo, nem errado,/ estou sozinho." Alberto da Cunha Melo no poema Homem sozinho na balança, do livro Noticiário. Recife:  Edições Pirata, 1979.
   
             
   

"Decerto o que vale mais/ Da vida, no vai e vem,/ Não é o bem que se faz,/ Porém os bens que se tem."
Trova de BENEDITO CUNHA MELO no livro Benedito Cunha Melo. Poesia Seleta. Recife, 2009.




 

"— Lampião de luz apagada/Que vento mau te soprou?/ — Não foi vento, não foi nada,/
Meu tempo é que se apagou.
..."
Trova de BENEDITO CUNHA MELO no livro Benedito Cunha Melo. Poesia Seleta. Recife, 2009.


   
             
   

"Se apago esta paixão/ talvez me apague"
CELINHA DE HOLANDA no poema Aos que me querem como eles, do livro Viagens Gerais. Recife: Fundarpe, Cepe, 1994 .



 

"Vivemos a grande noite/Cada amor em seu amor/ se oculta"
CELINA DE HOLANDA no poema Meridiano, do livro Viagens Gerais. Recife: Fundarpe, Cepe, 1994.


   
             
   
 "(...) Felizmente o poeta não é a poesia que faz/como o mímico a mímica/da sua cara que mostra para fazer rir/ enxugando inexistentes lágrimas./ ..." GERALDINO BRASIL no poema Todos os dias  todas as horas, do livro Bem Súbito.  Recife: Edição do Autor, 1986.

 
 
"(...) Mas há pessoas em tal abandono que lembram coisas desprezadas, Senhor,/..."
 GERALDINO BRASIL no poema Pessoas e Coisas, do livro Cidade do Não. Recife: Edição do Autor, 1979.


   
             
   
"
(...) Que o canto simples, natural, rebente,/água da fonte límpida, do fundo/da alma, de amor e de humildade cheio.//Que o canto glorificará somente/a origem, quando mais ninguém no mundo/saiba ele de quem foi ou de onde veio." MAURO MOTA no poema Humildade, do livro Mauro Mota, Obra Poética. Recife: Ensol, 2003.

  Natal
"(...) Paz onde Luciana/
escute o rumor da rosa abrindo." MAURO MOTA no poema Epitáfio do livro Mauro Mota, Obra Poética. Recife: Ensol, 2003.


   
             
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