Especial Mario Quitana

 

 

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Alberto da Cunha Melo
Mario Quintana
Benedito Cunha Melo
Coleções pernambucanas
I - Alberto da Cunha Melo, Benedito Cunha Melo, Celina de Holanda, Geraldino Brasil, Mauro Mota
II - Carlos Pena Filho, João Cabral de Melo Neto, Manuel Bandeira, Solando Trindade, Maximiano Campos
 

 

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"Eu estava dormindo e me acordaram/E me enontrei, assim, num mundo estranho e louco./E quando eu começava a compreendê-lo/
Um pouco,/Já eram horas de dormir de novo!" MARIO QUINTANA. Poema "O morto", no livro Mario Quintana, Antologia Poética, 1906-1994, Porto Alegre: L&PM, 2001.

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"Não te irrites, por mais que te fizerem.../Estuda, a frio, o coração alheio./Farás, assim, do mal que eles te querem,/Teu mais amável e sutil recreio." MARIO QUINTANA. Poema "Da observação", no livro Mario Quintana, Antologia Poética, 1906-1994, Porto Alegre: L&PM, 2001.
   
             
   

"Eu, agora - que desfecho!/Já nem penso mais em ti.../Mas será que nunca deixo/De lembrar que te esqueci?" MARIO QUINTANA. Poema "Do amoroso esquecimento", no livro Mario Quintana, Antologia Poética, 1906-1994, Porto Alegre: L&PM, 2001.




 

"Não te abras com teu amigo/Que ele um outro amigo tem,/E o amigo de teu amigo/Possui amigos também..." MARIO QUINTANA. Poema "Da discrição", no livro Mario Quintana, Antologia Poética, 1906-1994, Porto Alegre: L&PM, 2001.

   
             
   

"Fere de leve a frase... E esquece... Nada/Convém que se repita.../Só em lingua amorosa agrada/A mesma coisa cem mil vezes dita." MARIO QUINTANA. Poema "Do estilo", no livro Mario Quintana, Antologia Poética, 1906-1994, Porto Alegre: L&PM, 2001.



 

"QUEM DISSE QUE EU ME MUDEI?//Não importa que a tenham demolido:/ A gente continua morando na velha casa/ em que nasceu."  MARIO QUINTANA. No livro, Mario Quintana, Antologia Poética, 1906-1994, Porto Alegre: L&PM, 2001.



   
             
   
 "Quantas vezes a gente, em busca da ventura,/Procede tal e qual o avozinho infeliz:/Em vão, por toda parte, os óculos procura,/Tendo-os na ponto do nariz!" MARIO QUINTANA. Poema "Da felicidade", no livro Mario Quintana, Antologia Poética, 1906-1994, Porto Alegre: L&PM, 2001.

 
 
"Não desças os degraus do sonho/ Para não despertar os monstros./ Não subas aos sótãos - onde/ Os deuses, por trás das suas máscaras, / Ocultam o próprio enigma./ Não desças, não subas, fica./ O mistério está é na tua vida!/ E é um sonho louco este nosso mundo..." MARIO QUINTANA. Poema "Os degraus", no livro Mario Quintana, Antologia Poética, 1906-1994, Porto Alegre: L&PM, 2001.


   
             
   
".../Os poemas são pássaros que chegam/não se sabe de onde e pousam/ no livro que lês." Do poema "Os poemas", no livro Mario Quintana, Antologia Poética, 1906-1994, Porto Alegre: L&PM, 2001.

  Natal
"Todos os poemas são um mesmo poema,/ Todos os porres são o mesmo porre,/ Não é de uma vez que se morre.../ Todas as horas são horas extremas!" MARIO QUINTANA. Do "Pequeno poema didático", no livro Mario Quintana, Antologia Poética, 1906-1994, Porto Alegre: L&PM, 2001.


   
             
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