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Agonizavam os
rastros de novembro. penetrou-se de
escuro a minha alma, Lembro-me que era
de tarde. Ainda chovia. Havia o som da
água que caía. |
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Pensava ser abril e era janeiro: Zarpava,
então, num barco imaginário, Depois, se
punha em meio ao tombadilho, Dele, não se
sabia se falava. |
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©scott mutter |
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Borda algum sol o
peito do menino. Imenso touro vela
às suas costas, Mas o azul dos
campos do seu olho Nesses currais da
tarde, o sol a pino, |
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Um gato
anunciou-me seu olhar de chama. numa certa pensão
do país de Bruxelas, Deixei-me
atormentar-me pelo frio Tudo sabia a
cinza. E sobre a mesa, |
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