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Raimundo
Carrero
“Na verdade, ninguém pode estranhar ou ficar admirado. Desde
Criança, Antônio se acostumou a conviver com os livros, com as
palavras, com a poesia, enfim. Ali no canto da sala e observando
o pai, o romancista Maximiano Campos, a ler também ou a
conversar com os amigos sobre a arte da literatura. Olhos e
ouvidos acesos para o mundo e para o texto. As palavras lhe
chegavam como o vento e com a luz...”
Uma leitura, sem dúvida agradável. Que fará sempre companhia a
todos nós. Nos momentos em que precisamos de paz, de
tranqüilidade e pacificação. Há escritores que têm esse dom: o
de acalmar os ânimos, o de provocar a reflexão, o de dominar
situações.” Raimundo Carrero: “A Leveza de Antônio Campos”,
prefácio do livro Viver é Resistir. Edições Bagaço,
2005).
Álvaro Alves de Faria
No Brasil pouquíssimas coisas são importantes. Especialmente no
que diz respeito à poesia. Neste caso, mais documentos assim
deveriam existir, até porque este é um país que cultiva apenas
mentiras. Quando aparece algo que não se confunde com a mentira,
isso chega a chocar alguns indivíduos que têm poder na cena
literária do país. (Rascunho, Curitiba, 23.06.2006)
Deonísio da Silva
"Em qualquer júri em que eu estiver, elegerei esta obra como uma
das melhores de 2005." (Recife, 01.12.2005, durante discurso
proferido no lançamento do livro Pernambuco Terra da Poesia)
Gilberto Mendonça Teles
"Entre os vários aspectos de um painel literário como este,
competentemente estruturado por Antônio Campos e Cláudia
Cordeiro, é preciso dar realce a dois: um interno de linguagem;
e outro externo, de repercussão e exemplo." (Pernambuco,
Terra da Poesia. São Paulo: Escrituras, 2005, orelhas)
Hildeberto Barbosa Filho
Pernambuco, terra da poesia; Um painel da poesia pernambucana
dos séculos XVI ao XXI' impõe-se, desde já, como um dos mais
ousados projetos de organização da cultura, em especial da
cultura literária no segmento da poesia, realizado, entre tantos
outros, pelo Instituto Maximiano Campos, a cargo de Antônio
Campos e Cláudia Cordeiro, publicado em convênio com a Editora
Escrituras, de São Paulo. Não se trata de uma antologia crítica,
seu caráter é mais censitário do que de valor estético, mas será
possível, através dela, ter acesso ao um painel abrangente, com
amostragens significativas das diversas fases
histórico-literárias da poesia pernambucana. (Pernambuco,
Terra da Poesia. São Paulo: Escrituras, 2005, prefácio)
Izacyl Guimarães Ferreira
Num trabalho por todos os títulos meritório, o Instituto
Maximiano Campos vem de publicar (e apresentar em várias cidades
o resultado, em multimídia) um painel de cinco séculos da poesia
pernambucana. Organizado por dois pesquisadores, os professores
Cláudia Cordeiro e Antonio Campos, o livro, em bela edição, vem
da Prosopopéia a nossos dias. Advertem os organizadores que não
se trata de antologia mas de painel, sem juízo de valor, cabendo
a cada autor, seja quem for, basicamente, dois poemas, curtos ou
longos, ou títulos – aqui cabendo ora trechos, ora seriais.
[...] O livro serve a vários propósitos: é demonstração, para
que os não iniciados e os não familiarizados prossigam em sua
busca; é representativo dos sucessivos modos e mudanças que a
poesia pernambucana experimentou ao longo dos séculos ( exemplo
de Brasil, neste aspecto ); é exemplo a ser seguido e é ainda
demonstração de como fazer; pois didático, além do prazer da
leitura.
Trata-se de publicação da editora Escrituras, com patrocínios do
MINC, da Chesf, NTE e do próprio Instituto Maximiano Campos.
(Estante, n. 113, jun.2006, UBE, São Paulo)
Flávio Chaves
“O advogado Antônio Campos, além do alto saber jurídico que
detém, da obrigação de exercer com dignidade a missão do
bacharel, que é aplicar o direito em benefício do cidadão; além
de dirigir um dos mais eficientes e bem organizados escritórios
de advocacia do Brasil, ele, Antônio Campos é um humanista, uma
pessoa preocupada com o cotidiano, com a violência, com o amor,
com a exclusão social e com as raízes pernambucanas.” (O
Humanista Antônio Campos, Flávio Chaves, em prefácio ao livro
Mensagens de Antônio Campos).
Carlos Alberto Jales
“Antônio Campos é um escritor que alia profundamente com
simplicidade, erudição com estilo fácil, pois tudo que é simples
é profundo e denso. Seu texto, dialoga com a literatura
universal, viaja pelo pensamento ocidental e mergulha
profundamente nos mistérios da alma humana, essa insondável e
indecifrável criatura.” (Carlos Alberto Jales, Profº de
Filosofia da Universidade Federal da Paraíba-UFPB)
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