Geraldino Brasil

POEMAS

 

  Todos os dias todas as horas  Pequeno pedido em noite de Natal   

 Pessoas e coisas (poema lido - CD Plataforma)

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CRÍTICA LITERÁRIA E ENTREVISTAS

 

 Geraldino Brasil: uma "Literatura de Acusação?, por Cláudia Cordeiro   Entrevistando um poeta, por Creusa Maurício

 

 

 


 

Sobre Geraldino Brasil

 

 

 

 

Geraldino nasceu no Engenho Boa Alegria, município de Atalaia, em Alagoas, no dia 27 de fevereiro de 1926 e faleceu no Recife, cidade que escolheu para morar na juventude, em 7 de janeiro de 1996. A paixão por escrever começou logo cedo. "Posso dizer que devo ter começado a ser poeta em alguma data antes de conhecer a poesia dos livros. Porque nasci no campo. Foi lá que as coisas que se davam gratuitamente começaram a construir a minha poesia... o rio, a vaquinha de leite, a ovelha com a sua lã, uma nuvem onde a bondade do céu descia – tudo isso impregnou o mundo da minha poesia", explica o próprio Geraldino na última entrevista concedida e que foi publicada na revista Encontro, em junho de 1995.


SEXTINAS

O formato de texto que marcou grande parte da obra de Geraldino foi inventado pelo trovador francês do século XVIII, Arnaut Daniel. As poesias em sextinas são conhecidas por utilizarem as repetições de palavras dentro de um único texto e em posições diferentes, seja no final ou no começo dos períodos. Tal técnica não são nada simples de serem feitas, como explica o poeta Mário Hélio, na introdução do livro Sextinas Múltiplas, de Geraldino Brasil. "Geraldino é virtuose absoluto da sextina, Sabe fazê-la com uma desenvoltura incomum. Faz com que as palavras que se repetem pareçam outras palavras".


INTERNACIONAL

Geraldino lançou seu primeiro livro, intitulado Alvorada, em 1947. Desde então, não parou mais. Mas foi na década de 1970 que um escritor e poeta colombiano chamado Jaime Jaramillo Escobar conheceu e se apaixonou pela obra do brasileiro. O hermano tomou para si a missão de traduzir e divulgar os livros de Geraldino na Colômbia, onde a aceitação foi grande ao ponto de fazer com que o presidente daquele país utilizasse os versos em sextinas antes de seus discursos políticos.
 

 
 

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