Tributo a Francisco Espinhara: 1960—14.fevereiro.2007

 

 

Você esteve, Chico, tão "presente", lá na FAFIRE, em novembro passado, que ainda está em nós, no sangue que corre em suas letras. No momento, só elas nos falam, todas as outras palavras silenciaram. A DEUS, poeta!  Alberto da Cunha Melo e Cláudia Cordeiro

 


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Carlos Maia: "A Francisco Espinhara" —Edição do Plataforma para a Poesia, do domingo, 11.02.2007 - Clique aqui!



Jorge Filó

----- Original Message ----- 
From: Jorge Filó 
To: paratodos@yahoo.com.br 
Sent: Wednesday, February 14, 2007 1:02 PM
Subject: [poetasindependentes] Um abraço poeta Espinhara


É a vida um vendaval
Ninguém foge a sua sorte
Se faço planos para o carnaval
Chico faz planos pra morte.


Ao amigo Francisco Espinhara, que viajou hoje cedo, sabe Deus pra onde!


Conceição Pazzola

----- Original Message ----- 
From: Conceicao Pazzola 
To: poetasindependentes@yahoogrupos.com.br 
Sent: Wednesday, February 14, 2007 3:36 PM
Subject: Re: [poetasindependentes] Francisco Espinhara: Homenagem Plataforma

Homenagem 

Se por sorte parar de chover
Verá aquela estrela despontar
No meio do céu ao anoitecer...
De bigode, barba a estrela rara 
Pode batizar de Chico Espinhara. 


Conceicao.
http://mariaescrevinhadora.blogspot.com 


 

 

Francisco Espinhara Nasceu em 1960, na cidade de Arcoverde, morou no Recife desde os 6 anos de idade e encantou-se na madrugada do dia 14 de fevereiro de 2007. Foi um dos coordenadores do Movimento de Escritores Independentes de Pernambuco, na década de 80, e participa da vida literária local ativamente. 
Foi editor do Jornal Alternativo Lítero Pessimista e publicou os livros: Vida Transparente (1981); Movimento de Escritores Independentes de Pernambuco - histórico e coletânea (2000); Sangue Ruim (2005); os livretos: A batalha pelo poema, Teje preso, seu rapaz e Dose dupla. Participou das antologias do Conselho Municipal de Cultura - Revista Arrecifes (1985), Poesia do Recife (1996) e produziu o CD Vários Poemas Vários - 25 poetas contemporâneos (1999).
Em julho de 2006, publicou o livro Bacantes, organizado pela INTERPOÉTICA, firmando um etilo próprio de escrever pequenos contos, já iniciado no livro Sangue Ruim. No dia 22 de dezembro de 2006, durante a festa de comemoração do Natal dos poetas pernambucanos, lançou o livreto Claros Desígnios em parceria com o poeta Erickson Luna. 

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